terça-feira, 3 de abril de 2012

100 anos, Salve Jorge !

"Só na Bahia poderia se ver tanta gente festejando um homem que não é político, fazendeiro, rico, cardeal ou general."
Jorge Amado, sempre será lembrado e homenageado  pelas suas obras, onde levou ele a ser reconhecido nacionalmente e internacionalmente.
Houve um tempo em que os escritores brasileiros de ficção costumavam despertar paixão entre os leitores. Jorge Amado era um deles, como diz em uma frase dita por ele, “Pobres dos escritores que não se derem conta disso: escrever é transmitir vida, emoção, o que conheço e sei, minha experiência e forma de ver a vida.” 
Foi um Grande escritor, nasceu no dia 10 de agosto de 1912, em Itabuna-Bahia, mas muito novo se mudou para Ilhéus-Bahia, pois ocorreu uma epidemia na fazenda ao qual morava e tevi que se mudar as pressas. Em 1922 ele criou um jornalzinho chamado "A Luneta" e apartir dai deu o primeiro passo na sua carreira como escritor, depois disso foi estudar em Salvador.
A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba em várias partes do Brasil. Seus livros foram traduzidos para 49 idiomas, em 54 países. Sua escrita é oral, engraçada, irônica e incorpora uma série de registros, onde muitas vezes, ele usava palavras que tinha ouvido apenas na rua.
 "É um autor extraordinariamente importante para nossa história. Iniciou muita gente na leitura e ajudou um país inteiro a aprender a ler. Foi o escritor brasileiro mais popular do século XX, e com qualidade literária".
 Ele sentia muito orgulho em ser reconhecido como contador de histórias. Jorge queria fazer uma obra acessível, acreditava que a literatura poderia ser um meio de libertação.
Portanto o seu  centenário é uma ótima oportunidade para uma reflexão sobre suas obras amadianas. "É necessário recolocar seus livros no lugar em que merecem estar."